Sínodos Vale do Itajaí e Norte Catarinense - 24 de julho de 2014
Maio 2014

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Edição - Setembro 2011

Geral

Pomeranos de Pomerode visitam terras capixabas

<div>O grupo de Pomerode diante de uma estátua ao imigrante pomerano.</div>

Um grupo de 45 pessoas, das comunidades de Rega e Testo Alto, em Pomerode (SC), esteve  por oito dias em visita a cidades do Espírito Santo e a Porto Seguro.    Ponto forte da viagem foi a visita a comunidades  da IECLB  na região pomerana capixaba. O objetivo foi promover o intercâmbio entre as comunidades de imigração po­me­rana no Brasil.

O grupo foi acolhido festivamente em Domingos Martins, Santa Maria de Jetibá e Lajinha do Pancas, com apoio das respectivas secretarias de cultura e turismo, bem como de pastores e pastoras locais.  “Em Domingos Martins, após sermos recebidos e gentilmente conduzidos pela gerente de cultura, a Prof.ª  Hilda Braun, e o historiador Sr. Velten,  o destaque foi  o encontro com a comunidade em Melgaço, onde o P. Anivaldo Kuhn nos recebeu na igreja com palestra, canto coral, trombonistas, seguido de comes e bebes no salão comunitário e música de con­cer­ti­na”, diz em seu relato o pastor Aldo Beskow, coordenador da viagem. “Chamou-nos atenção a simplicidade, a união, a cordialidade das pessoas e o apreço pela cultura pomerana, a começar pela preservação do plattdütsch”, completa.

Em Santa Maria de Jetibá, após recepção pelo prefeito e secretária da cultura e tour pela cidade, aguardava um concerto de trombonistas na Rua do Artista. Significativa foi a participação no culto eucarístico com igreja cheia, presidido pela pastora Argéli Karsburg, no domingo de manhã. 

Em Pancas, onde está o “Mar de Pontões Capixaba” – elevações gra­ní­ti­cas de mais de 700 metros de altura semelhantes ao Pão de Açúcar carioca e ainda não descobertas pelos turistas –, o destaque foi a recepção na pomerana Lajinha do Pancas. Lá o grupo foi acolhido por danças folclóricas e pela secretária da educação, Vanilda Dett­mann, que é representante nacional dos pomeranos, em Brasília.

Riquíssima foi a experiência em termos de contatos, estímulos e aprendizado. “Em conversa com o pastor local Ênio Fuchs,  notei que é avançada a reflexão sobre cidadania e identidade pomerana na região”, destaca Beskow. Segundo Fuchs, a sobrevivência da comunidade tradicional local está ligada à preservação da propriedade, da terra e dos valores culturais. 

“Estamos convencidos de que podemos nos animar mutuamente, aprender uns dos outros sobre cultura, cidadania, economia e igreja, como comunidades e pessoas que se desenvolveram em diferentes con­textos, mas têm origem e identidade comum”, estima Beskow, prevendo mais viagens.

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